Source: (2005) IN, Slakmon, C., R. De Vitto, e R. Gomes Pinto, org., 2005. Justiça Restaurativa (Brasília – DF: Ministério da Justiça e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD). PP. 413-438.

Neste artigo, entretanto, eu quero focalizar mais especificamente, se a justiça restaurativa tem qualquer coisa para contribuir na busca de soluções para o flagelo da violência religiosa. Isto, nós veremos, é uma questão muito difícil de ser respondida. Antes de aventurar a fazê-lo, nós precisamos esclarecer o que nós queremos dizer com “terrorismo religiosoâ€?, e sobre a razão disto ser um fenômeno tão difícil de ser combatido.